JOY & Práticas Coletivas do Prazer

de Alice Joana Gonçalves

Palácio do Sobralinho
19 e 20 Novembro 2022
Sab 21:30 / Dom 18:00
M/12
Estreia

JOY & Práticas Coletivas do Prazer é uma nova forma de concerto, performance e DjSet, um “Enjoying Concerto”.
O público é chamado a participar ativamente nesta performance híbrida, a entoar canções de auto-amor, de reflexão e de reivindicação por um mundo não-tóxico, em plena comunhão e a deixar-se levar neste concerto reclamando a sua energia vital, o relaxamento e o seu bem-estar. Propomos uma reflexão sobre a importância do prazer na comunidade, partindo da ideia inicial de que o auto-prazer é a chave para a construção de uma sociedade saudável; sobre o papel de género na arte através de um discurso transfeminista e não binário; e também sobre a tecnologia e as suas possibilidades expansivas na identidade de cada um; e por fim, sobre a cultura POP como veículo e facilitador de discurso.

Criação Alice Joana Gonçalves
Composição Musical Alice Joana Gonçalves & Mara Nunes
Letras Alice Joana Gonçalves
Interpretação Ali Pereira, Lua Carreira, Mariana Silva, Cecile Matignon & Alice Joana Gonçalves
Figurinos & Cenografia Matilde Neves & Alice Joana Gonçalves
Design de Luz Janaina Gonçalves & Alice Joana Gonçalves
Marketing & Comunicação Daniela Dias

Financiamentos DGArtes, Ministério da Cultura, Governo de Portugal & Fundo Regional Europeu
Parceiros Inestética Companhia Teatral, Musibéria, Fábrica da Criatividade, Estúdios Vitor Córdon, Insofar, Paróquia da Encarnação, Arcade Dance Center, Cego Surdo e Mudo, Junta de Freguesia de São Vicente, Universidade de Lisboa, Museu Nacional de História Natural e da Ciência, Junta de Freguesia de Arroios, Antecâmara – Rádio e Galeria, ADAO Associação

fotos © JOY & Práticas Coletivas do Prazer

Alice Joana Gonçalves é uma artista performativa e visual, que trabalha na inclusão do ser humano no meio ambiente/paisagem/arquitetura, executando performances em câmara lenta que envolvem uma profunda pesquisa filosófica da essência humana. O seu trabalho interroga principalmente aquilo que nos torna frágeis e vulneráveis, e a arte permite-lhe brincar com esses elementos.
A sua primeira obra foi Apocalipse em 2012, que ganhou o Prémio de Performance Português. No mesmo ano, ganhou o prémio Frame Research Festival com “Minus”, uma performance de vídeo. Em 2013, colaborou com Julião Sarmento, artista visual, na realização de “Five Easy Pieces” e “Notre Dame”. Em 2014, voltou a ganhar o Prémio de Performance Português, com “The Hunting”, e foi convidada pelo Arte Institut (NY), a interpretar a sua performance no Alvin Ailey American Dance Theater. No mesmo ano apresenta também “Adagio para Um Lobo” na Galeria Fernando Santos, no Porto. Em 2015, ganhou os Prémios Novos, para Artistas Emergentes, na categoria de Arte Visual. Apresentou também “La Chienne” na exposição da colecção privada de Julião Sarmento no Museu da Eletricidade de Lisboa, juntamente com as obras de Gerhard Richter, Bruce Nauman, Nan Goldin e Marina Abramovic. Em 2018, apresenta “The Foxes” no Palácio do Sobralinho, em Vila Franca de Xira; no Teatro Ibérico, em Lisboa e no Festival Malta em Poznan (PL). A sua mais recente performance, “Temporary Palace”, criada em 2019, consiste numa colaboração com Daddy G (Massive Attack) estreada no MAAT (Museu deArte, Arquitetura e Tecnologia) em Lisboa. O conjunto das suas obras foram recentemente apresentadas entrevistas como a Arte Fórum, Vogue, entre outras, no programa da RTP2 Contentor 13 e, no documentário em três partes, “Queen of the Horses” na RTP. Paralelamente, produziu uma exposição fotográfica em colaboração com Jorge Barreto Xavier, Gonçalo M Tavares, Isabel Moreira, Rui Horta, Carlos Guerreiro e Sergio Mah que inaugurou no dia 28 de Abril no Museu Nacional de História Natural e da Ciência. Alice Joana Gonçalves é atualmente consultora e especialista das comissões de apreciação e acompanhamento da DGArtes (DireçãoGeral das Artes) Ministério da Cultura, Governo de Portugal.